O Jardineiro Fiel
"The Constant Gardener"
Direção: Fernando Meirelles
C/ os ótimos Ralph Fiennes e Rachel Weiz (atuação que lhe rendeu o Oscar, aliás).
Fodaaaaa!
A história fala sobre um diplomata inglês que é mandado a Africa numa missão. Antes da viagem ele conhece Tess, uma moça petulante e muuuuito revolucionária, uma ativista. Eles se envolvem rapidamente e se casam. Na África ele fica em missões diplomáticas, que não são muitas, por sinal, e enquanto isso Tess começa a se envolver na ajuda humanitária. A trama começa realmente quando Tess descobre um esquema armado pelas grandes indústrias farmacêuticas norte-americanas: eles testam novos remédios no povo africano (que implora por um tratamento, seja ele qual for, especialmente p/ AIDS) para assim baratear e diminuir o tempo de pesquisa em laboratório. Obviamente, a droga não aperfeiçoada causa muitas mortes, que são jogadas p/ debaixo do tapete. O marido de tess então procura os assassinos da esposa até o fim (literalmente), numa trama muito bem amarrada pela edição. (aliás, como em qualquer fillme do Fernando, edição perfeita). Algumas cenas são realmente impressionantes, o diretor brinca com o jogo de câmera e foco o tempo todo, causando uma impressão de realidade muito forte.
Enfim, assistam.
********************************************************************************
O pós-filme.
?
Putz, ao sair da Mostra me senti bem estranha.
Aos prantos, claro rsrsrsrsrs.
Virei para meu irmão e disse : "Estou me sentindo muito injusta".
Toda aquela pobreza, miséria, sofrimento. Tantas crianças com fome e doentes. Tanta gente se aproveitando disso. E o pior: sabemos que a realidade lá na África é assim mesmo!
E eu aqui, "com medo do futuro", reclamando.
Tenho o direito, sei. Mas... sei lá, me parece injusto chorar por algo tão pequeno perto de problemas tão gdes e graves como este.
Mas, descorro sobre isso mais a a noite.
Direção: Fernando Meirelles
C/ os ótimos Ralph Fiennes e Rachel Weiz (atuação que lhe rendeu o Oscar, aliás).
Fodaaaaa!
A história fala sobre um diplomata inglês que é mandado a Africa numa missão. Antes da viagem ele conhece Tess, uma moça petulante e muuuuito revolucionária, uma ativista. Eles se envolvem rapidamente e se casam. Na África ele fica em missões diplomáticas, que não são muitas, por sinal, e enquanto isso Tess começa a se envolver na ajuda humanitária. A trama começa realmente quando Tess descobre um esquema armado pelas grandes indústrias farmacêuticas norte-americanas: eles testam novos remédios no povo africano (que implora por um tratamento, seja ele qual for, especialmente p/ AIDS) para assim baratear e diminuir o tempo de pesquisa em laboratório. Obviamente, a droga não aperfeiçoada causa muitas mortes, que são jogadas p/ debaixo do tapete. O marido de tess então procura os assassinos da esposa até o fim (literalmente), numa trama muito bem amarrada pela edição. (aliás, como em qualquer fillme do Fernando, edição perfeita). Algumas cenas são realmente impressionantes, o diretor brinca com o jogo de câmera e foco o tempo todo, causando uma impressão de realidade muito forte.
Enfim, assistam.
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O pós-filme.
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Putz, ao sair da Mostra me senti bem estranha.
Aos prantos, claro rsrsrsrsrs.
Virei para meu irmão e disse : "Estou me sentindo muito injusta".
Toda aquela pobreza, miséria, sofrimento. Tantas crianças com fome e doentes. Tanta gente se aproveitando disso. E o pior: sabemos que a realidade lá na África é assim mesmo!
E eu aqui, "com medo do futuro", reclamando.
Tenho o direito, sei. Mas... sei lá, me parece injusto chorar por algo tão pequeno perto de problemas tão gdes e graves como este.
Mas, descorro sobre isso mais a a noite.


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