domingo, julho 09, 2006

About minimal

Lembro-me da primeira vez em que ouvi Akufen.
"Hmmmm... tá..... ok..... meio estranho, mas......"
E então Matthew Herbert. Que pode até ser mais "melódico" em algumas tracks, mas é igualmente weirdo.
Só depois de algum tempo, em festas, foi quando comecei a entender o Minimal.
Não é um monte de eletrodomésticos ligados juntos, como disse uma vez meu irmão.
Apesar de uma música do Akufen ter o som de uma garrafa térmica sendo esvasiada.... :P
O legal do Mininal, ou do Clik, no caso do House, é que esse monte de barulhinhos "sem sentido" têm uma harmonia, e resultam em música. De qualidade.
Late Night Munchies com aqueles sons de violões cortados, além das frases ditas pela metade...
Even White Horizons e seus violinos...
A graça está em você perceber cada som. E depois de identificar cada um, ver como eles funcionam enquanto uma coisa só, um bloco.
Sobre Minimal Techno? Não posso dizer muito. Vi Hawtin e Magda uma vez somente, e ainda nem sabia o que era um Techno ou um Trance ou um House. Segundo a descrição de um amigo que me acompanhou nessa festa (D-Edge Concept), parecia um "monte de pingos num balde". Rsrsrsrsrs. Não creio mesmo que seja somente isso. Considero ambos tbm como sons maduros.
E às vezes levam a uma viagem tão gostosa quanto um bom e velho Deep.



Por tudo isso:
Read the Rules: Minimal does not mean Small.


Not at all.